sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

De Branca de Neve a Rapunzel - O Legado e a História das Princesas Disney

De olho no lançamento de Enrolados nos cinemas brasileiros neste mês de Janeiro, o Raining Frogs faz um retrospecto de um dos tipos de personagem mais celebrados na história dos estúdios de animação Disney: as princesas. Vamos fazer um breve histórico, através de algumas produções do estúdio e analisar a forma com que elas enquadraram suas personagens femininas.

# 1. Branca de Neve de Branca de Neve e os Sete Anões (1937)
Herança Disney: Ingenuidade

Branca de Neve troca confidência com animais, passa a viver em uma casa com sete anões e ainda cai no conto do vigário da velhinha que oferece a maçã envenenada.

O primeiro longa de animação dos estúdios Disney não poderia ser protagonizado por outro personagem que não uma princesa. Branca de Neve e os Sete Anões de 1937 definiu  um padrão narrativo para Disney e inaugurou a era das princesas no estúdio. Para conceber a protagonista, William Cottrell e David Hand utilizaram a atriz Adriana Caselotti como modelo para reproduzir não somente o gestual da personagem como também as feições e a voz. Branca de Neve e os Sete Anões definiu toda uma linha para personagens femininas em animações que é marca da Disney até hoje. Branca de Neve tem animais como amigos, conhece sete anõezinhos que trabalham como mineradores, tem uma voz de soprano inesquecível e é enfeitiçada por uma perversa e invejosa bruxa ao morder uma maçã envenenada oferecida pela mesma, o feitiço só é quebrado pelo beijo do Príncipe Encantado. O longa até hoje é celebrado como um marco na história do cinema, tendo recebido, na ocasião de seu lançamento, uma justa homenagem no Oscar de 1938 pelo feito realizado por Walt Disney. Das mãos de Shirley Temple, os realizadores foram acarinhados pela Academia com sete miniaturas da estatueta do Oscar. Em 2009 foi restaurado e relançado em DVD e Blu-Ray pela Disney.

# 2. Cinderela de Cinderela (1950)
Herança Disney: Inércia

Cinderela vive trancada noite e dia, é tratada como empregada por três barangas e só liberta-se quando encontra uma Fada Madrinha que lhe arranja um vestido, uma carruagem e um príncipe que pede sua mão em casamento.

A segunda princesa da Disney foi Cinderela, que no Brasil foi batizada por diversos nomes, tendo sido lançado nos cinemas da época como A Gata Borralheira, até ser conhcida como Cinderela, título que tornou-se definitivo para o longa animado. Cinderela é maltratada por sua madrastas e suas invejosas  filhas até ser surpreendida pela Fada Madrinha que lhe concede a oportunidade de ir ao baile real dignamente, desde que chegue em casa à meia-noite. Lá, Cinderela se apaixona por um príncipe e, na ânsia de sair do local antes do horário que põe fim ao encanto, acaba deixando para trás seu sapatinho de cristal, o que faz o apaixonado príncipe buscar no dia seguinte em todo o reino a misteriosa dona do calçado. Cinderela foi o primeiro longa de animação a utilizar a Walt Disney Music Company para produzir a trilha sonora de um filme do estúdio, inaugurando o que mais tarde seria fortalecido como um gênero que virou especialidade da casa: a animação musical. Quando lançado em 1950, Cinderela foi um dos filmes mais lucrativos do ano, recebendo uma indicação ao Oscar de Melho Canção Original por "Bibbidi-Bobbidi-Boo". Cinderela consolidou diversos conceitos que tornaram-se eternos em contos de fadas como a Fada Madrinha e a perversidade que só uma madrasta poderia personificar. Mais uma vez o estúdio preenche a personagem de uma bondade e inocência sobre-humana. Ah! Mais uma vez também, os animais são os melhores amigos de uma princesa, desta vez, um grupo de ratinhos.

# 3. Aurora de A Bela Adormecida (1959)
Herança Disney: Romantismo

Aurora passa todos os dias de sua vida cantando na floresta e sonhando em encontrar o homem perfeito, é só isso que ela quer da vida.

Tá certo que Branca de Neve e os Sete Anões e Cinderela apresentavam evidentes traço do machismo da época, mas nenhuma animação foi tão evidente neste aspecto quanto A Bela Adormecida. A princesa Aurora é levada de seu reino por três bondosas fadas e cresce no bosque, longe de seus pais, após ter sido enfeitiçada pela cruel feiticeira Malévola. No 27° aniversário, Aurora não resistiria e tocaria na ponta da agulha de um roca e entraria em sono profundo até ser despertada com um beijo apaixonado do amor de sua vida, o Príncipe Phillip. Até os 27 anos, Aurora vive como camponesa, tem uma voz poderosa e vive na floresta sonhando com o dia que encontraria o homem ideal, compartilhando todo tipo de idealizações com coelhinhos, corujas e passarinhos. O filme tem uma trilha sonora composta por canções adaptadas do balé Sleeping Beauty de Tchaikovsky e foi uma das produções mais trabalhosas do estúdio pelo requinte que Walt Disney queria conferir ao longa. Atrasos na pós-produção ocorreram em função da construção dos parques da Disney, iniciadas na época em que o longa estava sendo concebido, mas todos os problemas compensaram pois A Bela Adormecida prima pelo impecável design de produção, um dos melhores da Disney até hoje. A bilheteria não correspondeu às expectativas, mas até hoje A Bela Adormecida é reconhecido como um dos filmes mais ambiciosos e esteticamente primorosos do estúdio.

# 4. Ariel de A Pequena Sereia (1989)
Herança Disney: Determinação

Ariel é curiosa e não exita em desbravar os perigos do oceano, peita as ordens de seu pai, não aceita a ter uma vida fútil como a de suas irmãs e ainda vai a extremos para realizar o seu sonho de ser humana.

Insatisfeitos com os rumos que a Disney vinha traçando na produção de longas animados - as novas produções que estrearam entre 1970 e 1980 sequer chegavam ao brilhantismo e pioneirismo de décadas anteriores - , o estúdio repagina a equipe de animação e resolve seguir com a tradição dos clássicos contos protagonizados por princesas e adaptá-los a uma nova realidade. A inserção da mulher no mercado de trabalho trouxe reflexos na composição de personagens femininas no cinema, faltava à Disney dar seu toque pessoal. Seria contrangedor ver em plena década de 1990 uma princesa cujo único ideal de vida fosse encontrar um marido, como acontece em A Bela Adormecida. Assim, parecia ideal adaptar o conto do dinamarquês Hans Christian Anderson, intitulado A Pequena Sereia. O longa traz como protagonista Ariel, a mais nova das filhas do rei dos mares Tritão, cujo sonho é tornar-se humana já que considera a vida no palácio um verdadeiro tédio. Quando Ursula, a bruxa do oceano, oferece a oportunidade de Ariel viver entre os humanos em troca de sua bela voz, a princesa sereia não exita e fecha o acordo com a perigosa feiticeira. Para ter sua voz de volta, Ariel precisa fazer com que o Príncipe Eric a beije apaixonadamente em três dias, mas é claro que Ursula fará de um tudo para impedir isto, já que mantê-la como refém é o ideal para ter o Rei Tritão em suas mãos e tornar-se soberana dos mares. A Pequena Sereia inaugura a melhor fase da Walt Disney na produção de longa-metragens animados, tendo sido um grande sucesso de bilheteria cerca de U$ 200 milhões mundialmene, com direito a relançamento em 1997. O filme marca o início de uma frutífera parceria com o compositor Alan Menken, indicado ao Oscar aqui por Canção e Trilha Sonora, e da utilização de recursos digitais em uma animação 2D (para ser mais específico, a cena final em que Ursula transforma-se em um monstro gigante).

# 5. Bela de A Bela e a Fera (1991)
Herança Disney: Coragem

Bela não exita ao entrar no castelo e enfrentar uma criatura apavorante como a Fera para resgatar o seu pai, além de abrir mão de sua própria liberdade para vê-lo livre novamente.

A despeito de muitos fãs das animações da Disney considerarem O Rei Leão a maior de todas elas (me incluo neste seleto grupo), A Bela e a Fera tem seu lugar cativo no coração do público. É um marco definitivo na história da animação e da Disney por ter conseguido a primeira indicação ao Oscar de Melhor Filme para um longa animado (recebeu a estaueta o sombrio O Silêncio dos Inocentes). A Bela e a Fera pode ser entendido como o primeiro romance cuja concepção em animação é um mero detalhe. Se Ariel em A Pequena Sereia nos ofereceu um modelo feminino completamente diferente a ser seguido, A Bela e a Fera foi responsável por adaptar os conceitos românticos a uma nova roupagem, trazendo uma princesa que torna-se agente determinante de sua própria história e não apenas um elemento passivo de sua trama, sem, é claro, perder toda a magia e o encanto de todo conto de fadas produzido pela Disney. No filme, Bela é uma moça apaixonada por livros que vive sozinha com seu pai inventor em uma pequena vila francesa. Bela sente-se inadequada e queixa-se constantemente por não ter alguém com quem possa conversar. Quando seu pai sai de casa rumo a uma feira de invenções e perde-se na floresta, ele acaba tornando-se prisioneiro de um castelo habitado por um monstro apavorante. Bela sai em busca de seu pai e, em troca de sua liberdade, acaba acordando com a Fera ser sua eterna prisioneira. Com o passar do tempo, Bela descobre que a Fera é uma criatura amável que só não sabe lidar com seus sentimentos e apaixona-se por ele, o que ela não sabe é que ele é um príncipe que foi vítima de um feitiço que só pode ser quebrado por alguém como ela. Além da indicação ao Oscar de Melhor Filme, A Bela e a Fera recebeu outras quatro indicações (duas em melhor canção, melhor som e trilha sonora original), completando cinco indicações ao prêmio. O filme foi um campeão de bilheteria chegando a marca dos U$ 340 milhões mundiais muito rápido. Cenas como o baile no palácio da Fera e sua transformação em humano são marcos do cinema de animação até hoje.

# 6. Jasmine de Aladdin (1992)
Herança Disney: Voluntariedade

Jasmine não faz nada que não seja de acordo com suas próprias convicções. Assim, contrariando todas as expectativas do reino, quebra o protocolo real ao fugir pelos muros do Palácio de Agrabah e conhecer a miséria em que vive seu povo, além disso casa-se com o pobre e valoroso Aladdin, por quem se apaixona.

Jasmine é o maior contraponto das heroínas Disney, uma princesa que, a despeito de não ser protagonista de sua própria história, mostrou as garras em Aladdin e virou referencial do início de uma subversão feminina mais radical nos estúdios Disney. Aladdin é a versão da Disney para a história do personagem Aladim de um dos contos de Mil e uma Noites. O filme contava a história de um jovem e esperto ladrão de Agrabah que se apaixona pela princesa Jasmine. Para casar com Jasmine, Aladdin recorre a um gênio aprisionado em uma lâmpada mágica que lhe realiza três desejos, um deles é se tornar um príncipe para que assim possa pedir a mão da princesa a seu pai. O problema é que Aladdin acaba sendo enredado por uma trama diabólica engendrada por Jafar, vizir do rei que tem planos de tomar o seu trono, e acaba vendo o sonho de viver para sempre ao lado de Jasmine lhe correr entre as mãos. Aladdin é uma "história para meninos" e talvez por isso mesmo Jasmine tenha ganhado uma personalidade tão independente, o fato é que o filme tornou-se um instantâneo sucesso da Disney no recente mercado de VHS para venda e é até hoje uma das fitas de aventura mais bem sucedidas do estúdio, mostrando que nessa nova fase a Walt Disney não estava interessada apenas em contos de fadas. Nos cinemas, o filme rendeu espantosos U$ 517 milhões ao redor do mundo.

# 7. Pocahontas de Pocahontas (1995)
Herança Disney: Sabedoria

Pocahontas, como filha da terra, sabe a importância que cada ser vivo tem para a manutenção de todo um ecossistema e cria no explorador John Smith uma consciência ecológica que o redime e o transforma em um novo homem.

Pocahontas é a versão romântica da clássica história do colonizador que já foi contada por diversas vezes no cinema e que aqui ganha sua versão musical e animada pelas mãos da Disney. O fato é que bem distante das fortes cores de O Rei Leão, A Pequena Sereia ou Aladdin, Pocahontas reproduz com muita seriedade uma passagem verídica da história norte-americana (de fato existiu o desbravador inglês John Smith que se apaixonoupor uma índia conhecida na tribo como Pocahontas), o que acabou afastando as platéias infantis do filme, tornando-o um dos menos rentáveis do estúdio nesta nova safra. A crítica também não abraçou a ideia, apesar do reconhecimento da ousadia da Disney em respeitar os acontecimentos e trazer um desfecho que em nada lembra ou esponde às expectativas de um final feliz. A única produção animada do estúdio que trata de acontecimentos verídicos, Pocahontas traz como eixo central de sua narrativa uma tripulação britânica comandada pelo aventureiro John Smith que chega em terras não desbravadas da América do Norte em busca de ouro. Lá, Smith conhece Pocahontas, a filha de um líder de uma tribo indígena, que lhe ensina a respeitar a natureza e o modo de viver de sua tribo, o que é determinante para fazer com que Smith tente remover a ideia de explorar a terra em busca de riqueza. O problema é que Smith tem que lidar com a ganância do governador inglês Ratcliffe, que consegue persuadir a tripulação a atacar a tribo de Pocahontas e buscar o tão sonhado ouro. Pocahontas é um doslongas de animação mais interessantes da Disney por inaugurar uma fase mais realista do estúdio e que, apesar de manter certas regras narrativas (como a existência de no mínimo cinco números musicais por filme), subverte as formas de contar uma história, conferindo tons mais sérios e dramáticos à trama, algo que vai se acentuar com mais força em O Corcunda de Notre Dame e Mulan, por exemplo.   

# 8. Giselle de Encantada (2007)
Herança Disney: Auto-crítica

Giselle sai do mundo ingênuo dos contos de fada e tenta inserir um pouco de magia no cotidiano de um advogado e sua filha ao ser transportada para a selva de concreto que é Nova York. A jornada da princesa, interpretada em sua versão carne e osso por Amy Adams, é repleta de referências e demonstra que a Disney sabe tirar um sarro de si mesma muito bem.

Em 1999, com Tarzan, a Disney decretou o fim da produção de clássicos a cada ano, tudo em função dos desempenhos muito fracos que o estúdio vinha marcando desde Pocahontas. Portanto, mais do que o cinismo do mundo em que vivemos, os contos de fada do estúdio não mais tinham lugar no século XXI pela escassez de mentes criativas na produtora do Mickey Mouse. Assim, por quase dez anos, a Disney mantém-se a mercê de sua parceira Pixar, que assume a liderança no setor de animação cinematográfica desde 1995 com sucessos como Toy Story e Procurando Nemo. Em 2007, Kevin Lima, que dirigiu a animação Tarzan de 1999, sugeriu aos chefões da Disney uma reinvenção dos contos de fada através de uma história que apresentasse uma princesa do mundo animado aprisionada no mundo de carne, osso e concreto de Nova York, o filme se chamaria Encantada. O resultado é formidável e além de prestar uma grande reverência ao que acabou tornando-se uma verdadeira marca dos estúdios Disney, as princesas, realiza tudo com tom satírico através da interpretação irrepreensível de Amy Adams, que reproduz todo o gestual de uma legítima princesa Disney através de sequências que nos remontam a momentos de A Bela Adormecida, Cinderela e A Bela e a Fera. O filme alcançou uma bilheteria estimada em U$ 340 milhões, agradou em cheio a crítica (o que quase levou Amy Adams a disputar a estatueta do Oscar de melhor atriz, o que aliás ela merecia já que é uma de suas melhores e mais meticulosas performances) e deu sinal verde para o estúdio pensar em uma continuação, prevista para 2012.

# 9. Diana de A Princesa e o Sapo (2009)
Herança Disney: Independência

Diana não deseja um príncipe em sua vida, quer apenas ter condições para abrir o seu próprio negócio: um restaurante em New Orleans. Para tanto, ela é capaz até de beijar um sapo e transformar-se em uma sapinha.

Empolgados com o sucesso de crítica e de bilheteria de Encantada, a Disney repensou a extinção da animação feita em 2D e deu oportunidade a um projeto engavetado por alguns anos: A Princesa e o Sapo. Na ocasião, o filme fez burburinho por trazer a primeira princesa negra da Disney, Diana, mas isto, como todos puderam perceber ao longo da narrativa, é apenas um detalhe já que a história se passa em Nova Orleans. Em A Princesa e o Sapo, Diana é uma jovem garçonete que sonha em se tornar chefe de seu próprio restaurante, acontece que o destino de Diana se cruza com o de Naveen, um arrogante príncipe que acaba de chegar a Nova Orleans para conhecer o cenário musical da região e é atingido por um feitiço de um perverso vidente que o transforma em sapo. O filme protagonizou polêmicas que vão desde a mudança do nome da protagonista (antes Maddy, o que remetia ao modo como as escravas eram chamadas nos EUA), até a forma com que trata os rituais de vodu, algo que de fato me incomodou pelo maniqueísmo com que esta passagem surge no filme. Dirigido pela dupla de Aladdin e A Pequena Sereia, o filme é, obviamente, mais uma aventura escapista do que um romance arrebatador como A Bela e a Fera, rende momentos visualmente impressionantes, mas possui uma narrativa frouxa. Apesar de ter agradado muitos críticos, algo que representa muito mais uma expectativa pelo retorno da Disney ao universo 2D do que as qualidades próprias do filme, A Princesa e o Sapo rendeu U$ 267 milhões, bem aquém do que era esperado para um filme orçado em U$ 105 milhões.

4 comentários:

lematinee disse...

Puts, meus parabéns por este post! AMEI! Deu vontade de ir comprar todos eles e fazer uma maratona em casa! hehehee

Adoro Encantada, achei o filme super bem produzido, e não há como nao gostar dele, ainda mais vendo as nitidas referencias dos contos anteriores.

De todos, A Bela e a Fera continua sendo meu preferido...

Achei interessante vc tocar no ponto sobre a independecia da mulher e a mudança no perfil da sociedade com o passar do tempo, de modo que a Disney se adequou a isso com relação aos roteiros.

Abs!

Elton Telles disse...

Wanderley, parabéns pelo retrospecto! Buscou na essência a personalidade das principais princesas da Disney, que fizeram a infância de muita gente.

a minha perspectiva com elas ~´e mais infantil. Foram poucos os filmes clássicos do Estúdio que revi depois de 'velho' para traçar um panorama mais maduro. No entanto, sempre fui apaixonado pela Branca de Neve hehe, ainda que achasse a Bruxa mais bonita, tal qual o Woody Allen hahahaha!

mais uma vez, parabéns pelo seu post!


abraços!

Stella Halley disse...

Essa retrospectiva é uma jóia, Wanderley! Amo os filmes selecionados até "A Bela e a Fera", e incluindo "Encantada".

Também me deu uma vontade danada de recomprar "A Pequena Sereia", em DVD. Mas nem existe mais à venda... Detesto essa política Disney de relançamentos a seu bel prazer!

Parabéns pelo teu blog sempre interessante!

Mary disse...

Interessantíssimo! Olá! meu nome é Mariana, estou redigindo uma monografia sobre animação disney , me formo em Design Gráfico em julho agora. Fiquei curiosa sobre seus comentários quanto às outras personagens femininas principais Disney, mesmo que não princesas, porém que também marcaram as produções.

caso queria discutir mais sobre o assunto meu email é mjwatson0.o@gmail.com

parabéns pela reflexão, até mais


Mariana